Crítica: 22 Milhas (2018)

22 milhas
22 milhas é o filme de ação que os fãs tanto esperam
Lançamento 20 de setembro de 2018
Direção: Peter Berg

Elenco: Mark WahlbergLauren CohanIko Uwais 

Sinopse:

Depois de ser auxiliado por uma unidade de comando tático ultrassecreta, um agente da CIA (Mark Wahlberg) tem que transportar um informante da Indonésia do centro da cidade para refúgio em um aeroporto a 22 milhas de distância.

22 Milhas é um filme curto, e demora um pouco para ganhar força, o início pode parecer meio chato e confuso, mas depois que engata, o espectador se surpreende. A tensão acompanha o filme a partir do meio e toda as cenas de ação pura te faz ficar vidrado.

O roteiro não é muito rico, as vezes raso, mas isso não compromete a trama que é feita para puro entretenimento. Na verdade as ações tomam conta durante o filme. Wahlberg já fez filmes muito mais profundos, mas 22 milhas cumpre seu papel como um filme empolgante.

Mark Wahlberg não surpreende em sua atuação, é só mais um filme de ação para sua lista. Seu personagem James Silva sofre de transtornos psicológicos, e isso deveria ser um gatilho curioso, mas Mark não inova. Quem surpreende no longa por uma evolução clara é Ronda Rousey, a lutadora vem ganhando cada vez mais espaço no cinema e a cada filme sua melhora como atriz é clara.

John Malkovich não surpreende, mas não decepciona. Seu papel é de um chefe de espionagem que acompanha tudo de longe, ele tem uma boa participação, mas nada marcante.

As cenas de ação do filme são daquelas que te fazem se segurar a cadeira e ficar vidrado, tudo é muito bem coreografado e é isso que faz do filme bom. O filme não decepciona os fãs de ação, mas se você vai ou não gostar do final aí só assistindo.

22 milhas não é inovador mas se faz necessário aos fãs do gênero.

Galeria:

Trailer:

Aspirante a jornalista, metido a crítico. Taurino intenso, viciado em PF da esquina. Amante dos filmes que te fazem refletir, e um eterno bom vivam.

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