Crítica – O Boneco do Mal( 2016)

Desde o clássico “Brinquedo Assassino” introduzindo o Chucky em1988, alguns brinquedos são lembrados pelo medo que despertam nas pessoas. Visto o grande sucesso deste tipo de filme vários cineastas aproveitaram para criar produções com esta temática, mas nem todos conseguiram realizar está tarefa tão bem, como o recente “Annabelle” e o mais novo Longa “Brinquedo do Mal”.


Lançamento: 18 de Fevereiro de 2016
Direção: Willian Brent Bell
Elenco: Lauren Cohan, Rupert Evans Bem Robson.
Sinopse:
 A trama se passa por meio da história da jovem estadunidense Greta Evan interpretada Por Lauren Cohan. Greta é enviada para uma mansão no interior da Inglaterra para trabalhar como baba durante alguns meses. Chegando ao local seu primeiro contado é com o entregador Malcolm interpretado por Rupert Evans, que lhe apresenta o local. Mais tarde a jovem acaba por conhecer a família que a contratou o casal de velhinhos, senhor e senhora Heelshire. Ambos formam um casal excêntrico da típica nobreza britânica. Logo o casal apresenta seu filho de oito anos Brahms, mas para surpresa de Greta o garoto na verdade é um boneco de tamanho real, de inicio ela custa a acreditar que aquilo é real que o casal acredita mesmo que o boneco seja seu filho, porém logo ela se convence que não é pegadinha visto que o casal leva o assunto com muita consideração e seriedade e acaba aceitando a ideia de que terá que cuidar de um boneco e fingir acreditar que o boneco é mesmo o pequeno Brahms.
Passando-se alguns dias o casal acaba indo viajar e deixando Greta com o Boneco. Neste período o único contato Humano que a moça mantem é Malcolm. Aos poucos o entregador revela algumas histórias sobre o passado da família, e o surgimento do boneco. Tudo parecia um emprego dos sonhos, até Greta começar a perceber algo estranho com o Boneco, ao revelar os acontecimentos para o amigo. Malcom acaba por revelar que o verdadeiro Brahms morreu em um incêndio, e que seu corpo nunca foi achado. Entretanto dizem as, mas línguas de que o garoto não era boa coisa quando vivo.
E a trama vai sendo desenvolvida por meios destas revelações e acontecimentos. A trama se mostra morna e sem muitos méritos, onde qualquer acontecimento relevante demora muito para acontecer deixando o público sem paciência. As pistas que nos são reveladas, faz com que o público logo de cara descubra o que acontece no final e qual a reviravolta do filme.
O filme explora bastante o lado das imagens e enquadramentos eficientes, entretanto não causa susto ou aquele suspense gostoso que esperamos nos filmes de bonecos macabros.  O filme como um todo é fraco, os dois momentos de maior tensão e impacto estão relacionados aos pesadelos da protagonista.
A trama não inspira não prende, muito pelo contrario é muito parecido com outros filmes de bonecos que vimos por ai. Não trás nada inovador, o boneco em nenhum momento aparece tramando algo, ou fazendo algo de errado, a trama nos leva a entender que quem realizou aquele ato foi o boneco, mas em momento algum dá realmente vida ao brinquedo.
O boneco do mal mais parece uma daquelas pegadinhas montadas pelo Silvio Santos do que um filme de terror sobre brinquedos macabros e amaldiçoados.
 O filme é merecedor de 2 baldes de pipocas

 
Trailer:

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