Crítica: O Grande Hotel Budapeste (2013)

A Casa de bonecos de Wes Anderson.

Lançamento: 3 de Julho de 2014
Diretor: Wes Anderson
Elenco: Ralph Fiennes; F. Murray Abraham; Tilda Swinton

Sinopse:

O Grande Hotel Budapeste, mais um excelente filme do diretor Wes Anderson, um dos melhores é mais aclamados do diretor, indicado nove categorias do Oscar, vencendo quatro prêmios.

O Grande Hotel Budapeste é a forma mais complexa que representa o estilo do diretor, esse longa em questão, que mais parece parece um quadro em movimentado pintado a tinta óleo, é o resultado de toda a obsessão de Anderson em mostrar milimetricamente os detalhes que acompanham o cenário da história, sendo nesse caso o personagem principal do filme, o Hotel, especificamente nesse filho cada detalhe de cenário faz toda a diferença no desenvolvimento do enredo, além de apresentar uma fotografia única para qualquer um.

O personagem principal, responsável por todo o desenvolvimento da trama é o Hotel. No período entre as duas guerras mundiais o respeitado gerente do hotel europeu conhece um jovem empregado imigrante, e os dois se tornam companheiros fiéis, trocando histórias, o zero Moustafa (F.Murray Abraham), vira o principal confidente do gerente Gustave (Ralph Fiennes). Inicialmente nos somos apresentados a um narrador que conta sobre os dias que passou hospedado no hotel onde conheceu seu atual dono Sr. Moustafa, que é na verdade o confidente de Gustave e a partir dessa premissa somos levados de volta ao passado para descobrir como o garoto ajudante que entregava bilhetes aos hóspedes veio a se tornar o dono do Hotel Budapeste.

Ao longo da história nos acompanhamos a divertida história de Gustave, que trocava favores sexuais com os hóspedes anciãs e ricas, e que por destino após a morte de uma senhora (Tilda Swinton) herdou um quadro da sua famosa coleção, e o desdobramento da história vem junto com a família da falecida, que reclama a herança da mesma, por conta disso Gustave entra em diversas confusões, sendo acusado de assassinato, preso é até ameaçado de morte, e conta com Zero, seu fiel ajudante para provar a sua inocência.

Por conta desses acontecimentos a história ganha vida própria e a partir dessa premissa e o surgimento dos personagens, tudo ganha um rumo totalmente diferente.

Mas de certa forma a grandiosidade do filme está em como Wes Anderson deixou clara a sua fixação pelo perfeccionismo de detalhes, nessa longa em questão é tudo bem planejado de uma forma, em que as cores, o cenário e cada detalhe cenográfico ganha uma grandeza na tela.

Crítica por: Deslange Paiva

5-pipocas

Galeria:

69CB66C1-101A-460C-A65A-14808A184E22A668DC86-77F0-483C-9286-1A97DF03A1F4D43C8F94-766D-4CA1-AAE6-7BC957898B4515056490-0C8C-4365-B1AF-EAAF7B5E0E74878BA90B-AC9B-4F79-A48D-79B752FAFCA1

Trailer:

 

Um nome diferente que se encaixa na personalidade, apaixonada por filmes, e uma boa apreciadora de todo tipo de música, os cults que me perdoam mas todo mundo ama uma boa farofa com a trilha sonora dez. Praticamente uma quase jornalista viciada em vitamina.

Compartilhar: