Crítica: O Plano Imperfeito (2018)

O Plano Imperfeito

O Plano Imperfeito, mais uma produção nem tão original da Netflix.

Lançamento:  15 de junho de 2018 (Netflix)

Direção: Claire Scanlon

Elenco: Lucy Liu, Glen Powell, Zoey Deutch

Sinopse:

Harper (Zoey Deutch) e Charlie (Glen Powell) trabalham como assistentes para dois executivos em Manhattan. O temperamento e a dinâmica de seus chefes, transformam suas vidas em um verdadeiro inferno. Desesperados e exaustos, os dois jovens se juntam para elaborar um plano um tanto quanto ousado: fazer com que os seus superiores se apaixonem e, dessa forma, fiquem mais tranquilos em relação ao trabalho.

Se você procura uma comédia para um domingo chuvoso, e que a mesma seja clichê, esta é uma crítica sobre o típico filme que você procura. A Netflix ultimamente vem lançando várias produções originais, e quase todas se tornam um sucesso nas redes sociais, como por exemplo, A Barraca do Beijo, que mesmo sendo um filme fraco, super estereotipado, alcançou bons números e bons resultados nas redes. O Plano Imperfeito não é muito diferente, é um filme que acaba caindo na vala comum do gênero.

A trama do filme gira em torno de Charles e Harper, interpretados por Glen Powell e Zoey Deutch respectivamente. Ambos são assistentes e dão tudo de si para satisfazerem seus chefes abusivos, que os impedem de terem uma vida fora do trabalho. O filme nos lembra muito Quero Matar Meu Chefe, pois assim como neste, os dois planejam juntar seus chefes, para que eles poderem ter uma vida livre.

O Plano Imperfeito é recheado de referências, se formos analisar com maior cautela, o filme tem um toque de Operação Cupido, porém ao invés de irmãs, temos assistentes – mais uma produção original Netflix, nem tão original assim. Todas as técnicas de unir o casal já foram vistas antes, querem ver? Câmera do Beijo? Já tivemos. Buquê acompanhando um bilhete? Clássico. O filme se desenvolve na premissa de unir os personagens. E o final do filme? Ah, vocês já devem ter visto por aí.

O destaque do filme, com toda certeza são as atuações de Zoey e Glen. Ambos cumprem seus papéis, e dão uma sintonia bacana no filme. Já a trilha sonora do filme se torna fraca, comparada as trilhas das comédias românticas. A fotografia é mediana, normal, simplória.

O Plano Imperfeito não é um filme perfeito, com perdão do trocadilho, mas serve para um domingo de chuva acompanhado de uma boa pipoca.

O filme é merecedor de 03 baldes de pipocas.

 

 

 

Galeria:

Trailer:

19 anos, gaúcha, sagitariana, metida a crítica e que adora uma pipoca acompanhando um bom filme.

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