A carta de Steven Spielberg para Greta Gerwig

Greta recebeu a homenagem por estar na lista da Times das 100 pessoas mais influentes de 2018.

Greta Gerwig foi um grande nome da temporada passa, seu primeiro longa como diretora Lady Bird foi um arrematador de sucesso.

O longa que conta a história de Christine Mcperson e a vida na cidade de Sacramento foi um grande nome nas premiações, levando Greta Gerwig como uma das grandes revelações do cinema na diretora, por conta disso teve seu tão merecido lugar na Times.

Em homenagem a diretora, Steven Spielberg escreveu um texto, que mais se parece uma carta em homenagem a Greta falando sobre o seu talento, e a admiração que sente por ela.

Você pode ler a carta logo abaixo:

Não é todo ano que a estréia solo de um cineasta nos surpreende em sua doçura e dor, em sua humildade e franqueza, e em sua confiança na arte e no artesanato do cinema. É claro que isso já aconteceu antes, lembro de Mike Nichols com ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf ?, a Estação Fruitvale de Ryan Coogler – e agora Greta Gerwig e Lady Bird.

Greta tem uma espécie de impulso que parece ajudar a conter um milhão de boas idéias de voarem pra fora da atmosfera. Não é uma energia nervosa; é um engajado. Me lembro de debater com ela no almoço dos indicados ao Oscar. Quando Greta ouve o que está sendo falado, as mãos dela tremulam – o vento selvagem de um lançador, subvertendo qualquer indicação da precisão e eficácia do que ela está prestes a disparar de volta. E por alguns segundos impressionantes, seu ancião se torna seu aluno.

Deve ter sido a eletricidade que brilhou no cenário de Lady Bird. E será o presente dela para nós em tudo o que ela fizer em seguida. O poeta David Whyte escreveu: “A boa poesia começa com o toque mais leve – uma brisa vinda do nada, uma chegada de cura sussurrada”. A poesia do cinema de Greta Gerwig é a brisa que mal posso esperar para sentir novamente.”

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